Hoje, mais uma vez, meu coração se entristeceu durante minha leitura diária de postagens e materiais sobre comunicação cristã.

Isso tem acontecido com frequência quando vejo que, em nosso segmento, estamos criando “life-coachs” de assuntos que não tem muito a ver com sucesso, empoderamento ou coisa que o valha.

Cristianismo não combina com esse discurso.

Na lógica cristã, o negue-se a si mesmo, vale mais do que o sucesso, os likes, seguidores e compartilhamentos.

Ao ler uma apresentação sobre redes sociais na igreja, me deparei com a definição do autor sobre a importância de as igrejas investirem nos canais de relacionamento da internet.

A ordem era a seguinte:dar visibilidade ao ministérios;comunicar sua programação;desenvolver relacionamentos;proclamar o Evangelho.

Não há nada de errado no conceito, mas sim na ordem dessa lista.

Sua igreja precisa, sim, estar nas redes sociais, mas com as motivações corretas e nesta ordem:para proclamar o Evangelho;para desenvolver relacionamentos;comunicar sua programação;dar visibilidade ao seu ministério.

Parece bobeira, mas inverter os objetivos de sua incursão as redes sociais define sua estratégia e seu propósito de existe.

Fala, inclusive, sobre coração e motivação.

Se não for por Jesus, para torná-lo visível as pessoas que não o conhecem e para apontar tudo para Ele, nada disso valerá.

Seu investimento será em vão.

Na comunicação cristã, focada na missão de Jesus, não pode haver espaço para a dúvida de nosso objetivo primeiro: evangelizar e cuidar de pessoas.

E, para finalizar, reafirmo que sim sua igreja precisa estar nas redes sociais.

A partir de seu ministério, pessoas vão conhecer a Jesus e o campo missionário digital terá mais um ponto de luz, em meio a um oceano de coisas ruins, apontando para o menino que veio para transformar a história e a vida de todos que o aceitarem como Salvador.

Pense nisso!